quinta-feira, 20 de março de 2014

Qual sua obra sacra [musical] nacional favorita?

Mosteiro de São Bento, Olinda. Foto: Josias Teófilo.
Muitos dos que apreciam música clássica, especialmente obras sacras, citariam, sem titubear, alguma obra-prima de Bach, Vivaldi, Händel, Mozart, Beethoven ou Pergolesi. Porém, vocês já ouviram algo do gênero que tenha sido escrito por Amaral Vieira, Villa-Lobos, Eli-Eri Moura, Camargo Guarnieri, Clóvis Pereira ou Padre Penalva? Queria saber (no campo de comentários) qual ou quais impressiona(ra)(m) vocês e por quê.

4 comentários:

  1. eu gosto muito das do padre josé maurício. beijos, pedrita

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  2. Excelente questão musical e, na verdade, cito duas boas obras brasileiras. A primeira peça é o tão conhecido "Ofício 1816", do Pe. Maurício Nunes Garcia. Já a segunda obra é "As Três Horas de Agonia", do maestro Francisco Raposo (pouco mencionado no meio musical), natural de Baependi. Enquanto o Nunes Garcia viveu na transição do Brasil Colônia / Brasil Império; Francisco Raposo viveu na transição Brasil Império / Brasil República.

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  3. Sem dúvida é o Requiem (1816) do pe. José Maurício Nunes Garcia, sem fazer menção ao outro Requiem dele (o de 1809, que é bem mais simples mas muito efetivo). Do século XX, a Missa de São Sebastião de Villa Lobos.

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  4. Ah, A Missa a Cinco Vozes do André da silva Gomes é minha segunda predileção.
    O primeiro lugar é a Missa de Alcaçuz, do Danilo Guanais (UFRN): obra muito equilibrada, rica e diversificada.

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