Postagem em destaque

Que tal publicar um livro?

Por mais que as redes sociais sejam veículos eficazes para a transmissão de conhecimento nos dias de hoje, o melhor canal para materializar ...

Mostrando postagens com marcador Jorge Antunes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jorge Antunes. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Jorge Antunes conclui ópera sobre conto de Machado de Assis

Foto: divulgação.

O compositor Jorge Antunes está chegando aos últimos compassos de sua nova ópera “A Cartomante”. O libreto é do próprio Antunes e é baseado no conto homônimo de Machado de Assis. A estreia mundial do espetáculo será em abril de 2014, em Brasília.

Na adaptação que o Maestro Antunes fez do conto machadiano, os quatro personagens mantêm os mesmos perfis, mas o triângulo amoroso e o final trágico ganham contornos com características da conjuntura atual: os amigos de infância Camilo e Vilela, da história original, na ópera são respectivamente um líder sindical pelego e um dono de fábrica explorador.

A linguagem que Jorge Antunes utiliza na nova obra é eclética, na mesma linha de sua ópera Qorpo Santo: orquestra com ambientações sonoras arrojadas, árias atonais e neotonais e sons eletrônicos. O coral é um coro masculino, que representa os operários da fábrica.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Hoje estreia a ópera Olga em Brasília

Foto: Daiane Rocha/Blog do compositor
Olga, de Jorge Antunes, será apresentada em três récitas na capital federal: hoje e nos dias 5 e 7 de julho. A estreia mundial da obra ocorreu em 2006, no Theatro Municipal de São Paulo.

O elenco contará com artistas locais e dois dos cantores que participaram da prémière em São Paulo: Homero Velho como Filinto Müller e Martha Herr no papel de Olga Benario. O tenor Adriano Pinheiro será o intérprete do líder comunista Luis Carlos Prestes.

A regência será de Mateus Araújo e a preparação do coro de 50 vozes, de Jorge Lisbôa Antunes, filho do compositor. Os cenários e a direção cênica são assinados por William Pereira, o mesmo diretor da estreia mundial.

O Theatro Municipal de São Paulo, que apoia o evento, está fazendo o empréstimo de todos os figurinos e objetos de cena usados em outubro de 2006.

No release, o compositor menciona a campanha que realizou na internet pedindo máquinas de escrever emprestadas para a cena final do primeiro ato, em que a burocracia soviética do Comintern é ironizada e 40 membros do coro cantam e tocam máquinas de escrever. "O colecionador paulista que emprestou as máquinas para a estreia, em 2006, não permite que sua coleção saia de São Paulo", explica Antunes.