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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Departamento de Música da UFPE apresenta concerto de harpa hoje

Vanja Ferreira, solista convidada. Foto: Facebook.
Programa do concerto da Orquestra Sinfônica da UFPE nesta quinta-feira (25), às 20h, na Igreja da Venerável Ordem Terceira de São Francisco do Recife. Entrada Franca.


Solista: Vanja Ferreira, harpa

Johann Sebastian Bach / Grandjany (1685-1750)
Andante - da Sonata nº. 2 para violino solo

John Thomas (1823-1913)
Watching the Wheat (Bugeilio´r Gwenith Gwyn)

Alph Hasselmans (1845-1912)
La Source, op. 44

Marcel Tournier (1879-1951)
Au Matin

Carlos Salzedo (1885-1961)
Chanson dans la Nuit

Heitor Villa-Lobos (1887-1959)
Cadência do Concerto para Harpa e Orquestra

Intervalo


Solistas: Vanja Ferreira, harpa, e Jonathan Guimarães, flauta

Nelson Almeida (*1953)
O Vendedor de Pirulitos, para duas flautas, violão e cordas (estréia moderna)

Marcel Grandjany (1891-1975)
Aria em Estilo Clássico, para harpa e cordas

Wolfgang Amadeus Mozart (1753-1791)
Concerto, em Dó Maior, K. 299, para flauta, harpa e orquestra.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Procura-se atriz pornô


Anúncio publicado no Centro de Artes e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco. Parece trolagem: são surreais as exigências.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Semana de Comunicação Pública de Pernambuco tem início nesta quarta

Professora Ana Veloso, da Unicap, uma das convidadas da 2a. SCPP. Foto: Facebook.
Amanhã, dia 09, começa a segunda edição da Semana de Comunicação Pública de Pernambuco, organizada pelo Núcleo de Televisão e Rádios Universitárias (NTVRU) e pelo Departamento de Comunicação da UFPE. O evento acontecerá no auditório do Centro de Educação (CE) da universidade e as oficinas serão ministradas no Centro de Artes e Comunicação (CAC). As oficinas e debates acontecerão até sexta, dia 11, e as inscrições estão abertas pelo site oficial do evento, que contém toda a programação.

Todos os direitos reservados. Permitida a reprodução apenas parcial, salvo outra sob acerto prévio, citando-se a fonte e o link de origem em qualquer em qualquer circunstância.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Pegue sua caixa de rojões

Profa. Sophia Costa. Foto: Facebook.

Uma coleção intocada de embalagens à disposição e a curiosidade inata a um acadêmico foram os fatores que motivaram a professora Sophia Costa a dedicar sua dissertação de mestrado ao estudo das imagens de pacotes de fogos de artifício, que resultou no livro Fogos de artifício: Imagens, mitos e símbolos, lançado pela editora Edgard Blucher e à venda pela internet.

Tendo tido a oportunidade de folhear o livro, conversei com Sophia, que leciona no curso de Design no campus da UFPE em Caruaru, para que ela explicasse como surgiu a ideia da dissertação, que ganhou prêmio da própria universidade, e qual a abordagem que ela utilizou nos estudos. Quem quiser saber mais sobre o livro, é só postar um comentário.



CEA Sophia, como se deu a ideia da pesquisa?
SOPHIA COSTA A ideia da pesquisa se deu durante o curso [a graduação] de Design, quanto tive contato com o acervo de embalagens de fogos da Fundaj. Na verdade, a coleção tinha acabado de ser doada, e ninguém tinha mexido nela ainda. Sob orientação, fiz a monografia fazendo uma análise das imagens. O trabalho ganhou o prêmio Gastão de Holanda, do Departamento de Design da UFPE. Os professores sugeriram seguir a pesquisa em Antropologia, onde já havia uma professora de design estudando em sua pós, e me integrei ao Núcleo do Imaginário, onde se pesquisa sobre cultura, mitologia, psicologia etc. A orientadora da pesquisa do livro foi a Profa. Danielle Perin Rocha Pita, a fundadora do primeiro Núcleo de Estudos do Imaginário no Brasil, na UFPE. E foi a maior divulgadora dos Estudos do Imaginário pelo país.

Acervo FUNDAJ
Como foi o desenvolvimento dos estudos?
O desenvolvimento da pesquisa se deu novamente em analisar as imagens do acervo da Fundaj, mas dessa vez com um recorte: apenas imagens das décadas de 1950 a 2000. A ideia era fazer uma comparação de imagens, saber se elas refletiam o imaginário e a cultura de cada época, o que se manteve até hoje e no que mudou. Toda fundamentação é nas mitologias sobre o fogo e nos estudos da cultura. A técnica de análise foi a Mitocrítica, de Gilbert Durand. (Quando falo cultura, foco principalmente nas festas juninas brasileiras, que foram outro recorte, visto que o uso dos fogos é muito amplo, desde jogos de futebol a comícios políticos.)

Foto: Sophia Costa

Quais as imagens mais recorrentes entre as embalagens que serviram de amostra à pesquisa?
Estrelas, cenários noturnos... Na maior parte, elementos ligados ao céu, ao alto. Nas embalagens atuais, tem coisas como extraterrestres, foguetes etc. É sempre uma tentativa de religação com algo do alto (isso pode ser entendido como divindade, mesmo que seja um E.T.). Em todas as mitologias que estudei, não há nenhuma que ligue as divindades criadoras ao que está "abaixo". Sempre, sempre se ligam ao alto, seja indígena, africana etc. É a questão do inconsciente coletivo de que fala Jung. Essas imagens arquetípicas, inexplicavelmente, fazem essa associação.

Foto: Sophia Costa
Qual teu foco de pesquisa atual?
Atualmente, eu mais alguns colegas professores do curso de Design em Caruaru fundamos o GEIA (Grupo de Estudos Interdisciplinar do Imaginário no Agreste). As pesquisas estão paradas no momento, pois a coordenadora do grupo assumiu a coordenação do curso, e meu foco de trabalho e estudos tem sido na área de Design Editorial (desenvolvimento de livros, revistas, jornais) no qual tenho orientado projetos de conclusão de curso que seguem essa linha.

Acervo FUNDAJ

sexta-feira, 21 de março de 2014

Economia criativa na música clássica recifense

A partir do acompanhamento dos dois maiores festivais que envolvem música clássica no Nordeste, o Mimo e o Virtuosi, elaborei o projeto de minha dissertação de mestrado em Comunicação, que desenvolvi entre 2009 e 2011 na UFPE sob orientação do Prof. Dr. Felipe Trotta.

Posteriormente, a dissertação veio a ser premiada pela Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura em 2012 e encontra-se disponível para download. A UFPE chegou até a fazer matéria a respeito, após a época da premiação.

No trabalho, são abordados os seguintes tópicos:

1. Contextualização – A cadeia de produção da música clássica
1.1 A presença da música clássica no Recife e as bases da atual cadeia produtiva na cidade
1.2 A concepção original e a estruturação básica da Mimo e do Virtuosi

2. A função social da música e o mercado da música clássica em Pernambuco
2.1 A atitude valorativa e sua ligação com a função social da música
2.2 A função social da música sob a perspectiva de produtores e músicos locais e algumas reivindicações do meio musical local

3. Contingências e estímulos financeiros na definição de programação de concertos
3.1 Utilização de recursos financeiros conforme a formatação dos festivais
3.2 Fatores orçamentários principais dos festivais estudados

4. Diretrizes de direção artística e a relevância do prestígio artístico
4.1 As articulações da Mimo e do Virtuosi com os valores do campo de produção musical erudita

5. O repertório standard como guia primordial do gosto do público
5.1 Processos valorativos paralelos à do repertório standard na programação da Mimo e do Virtuosi: o repertório crossover e o ensino conservatorial

6. Exercício valorativo em matérias sobre música clássica na imprensa escrita
6.1 Outras insuficiências da valoração de cunho musical na imprensa local

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Especialização em pedagogia do instrumento na UFPE

O Departamento de Música da UFPE lança a segunda edição do curso de pós-graduação lato sensu em Pedagogia do Instrumento, coordenado pela profa. Ana Carolina Nunes do Couto. O e-mail para contato é é o pedagogiadoinstrumentoufpe@gmail.com. Porém, a cartilha com todas as informações sobre o curso, você pode baixá-la aqui.