"...Hoje o compositor tem diante de si uma imensa quantidade de recursos. Invoco a
responsabilidade: o que fazer diante de toda essa liberdade? Acredito que o
compositor inteligente saberá escolher quais as ferramentas que melhor irão
servir às suas propostas. Será como para um escritor escolher se vai escrever um
romance, um poema, uma crônica, ou apenas um pensamento. Que vocabulário vai
usar, simples ou sofisticado? Será detalhista ou sintético? É preciso antes de
mais nada que ele saiba, no seu mais íntimo, se realmente tem alguma coisa para
dizer.”
Fonte: O Estado de São Paulo.
Fonte: O Estado de São Paulo.
