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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Inscrições abertas para os programas de intercâmbio da Aiesec

Quando cumpri estágio docência no mestrado, tive um aluno que era membro da Aiesec - instituição da qual eu nunca tinha ouvido falar. Daí a conheci e me empolguei com sua proposta, além de ter feito posteriormente dois cursos de conversação que ela promoveu, em inglês e espanhol.

Queria também ter participado de um programa de intercâmbio organizado pela Aiesec, mas eu já estava perto da idade limite de 30 anos que eles estipulam e não pude me habilitar. Porém, conheci vários intercambistas - chamados de aiesecers - e todos relatam o quanto foi importante as experiências de voluntariado vividas no exterior.

Por isso, fica a recomendação para conhecer melhor os programas de intercâmbio da Aiesec, caso você tenha entre 18 e 30 anos, e se aventurar em um deles.

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sábado, 12 de abril de 2014

Sobre intercâmbio com aulas de música e artes na Itália

Stefano Burbi. Foto: Wikipédia

Noutra postagem desta semana, me referi a uma matéria sobre museus musicais na Europa e mencionei também a possibilidade de se fazer um intercâmbio em escolas de italiano incrementado com aulas extra sobre música e artes.

Pois bem, já tive a oportunidade de estudar o idioma de Dante e Petrarca por duas semanas em Florença, em junho de 2008, no Istituto Italiano, com uma bolsa concedida por cortesia do diretor da escola, o maestro e compositor florentino Stefano Burbi.

Particularmente não foi das melhores decisões que tomei porque eu tinha ido a Europa para me aperfeiçoar em inglês e já não praticava italiano havia cinco anos - era para eu ter dado um intervalo entre o aprendizado de um idioma e outro, mas eu não sabia quando voltaria por aquelas bandas e achei melhor estudar em vez de "turistar".

Por outro lado, tive a chance de conhecer um sistema diferente de ensino, em que todos os estudantes sentam-se ao redor de uma mesa, com o professor à cabeceira, e cada um tem sua vez de responder os exercícios oralmente. Não só isso, porém.

De olho nos alunos de canto operístico e instrumentos musicais, e nos melômanos, o Istituto Italiano (assim como outras escolas de idioma na Toscana) oferece aulas específicas em outro turno. Assim, depois de estudar gramática e conversação pela manhã, você pode se aprofundar em linguagem dos libretos, dicção e canto, história da ópera ou técnica instrumental à tarde.

Para quem não é da área musical, há turmas - conforme a escola - de apreciação de vinhos, política, cultura geral, literatura, bijuteria, culinária e outros assuntos. E se você não puder pagar pelas aulas ou quiser frequentar uma programação mais leve, é possível assistir a palestras abertas ao público ou audições musicais.

Foi numa palestra no Istituto Italiano, sobre personagens femininas nas óperas de Puccini, que tive o prazer de conhecer o regista (diretor cênico) Egidio Saracino, com quem tenho contato até hoje via Facebook e que visitou o Brasil em 2010.